A Guiné-Bissau tem um sistema jurídico de raiz portuguesa adaptado pela legislação nacional. É membro da CEDEAO e da CIMA — o que significa que as seguradoras seguem as regras harmonizadas do Código CIMA. O Instituto Nacional de Previdência Social (INPS) administra prestações sociais.
O artigo é dirigido a operadores de frota com cinco a vinte veículos — Bissau, Bafatá, Gabú, Bissorã, Cacheu — operando distribuição entre o Porto de Bissau e o interior, e transporte transfronteiriço com o Senegal e a Guiné-Conacri.
Código CIMA aplicado à Guiné-Bissau
As regras do Código CIMA — subscrição, declaração inicial, prazos de gestão de sinistros — aplicam-se em Bissau como em Dakar ou Abidjan. A Direcção das Finanças no Ministério das Finanças tem responsabilidades de supervisão nacional. Para o operador de frota, a importância é que a defesa contra recusas de sinistro segue padrões CIMA documentais.
Sete passos para o operador guineense antes do pior dia
- Confirmar inspeção em dia para cada veículo.
- Confirmar carta de condução de cada motorista.
- Manter dossier de subscrição completo.
- Auditar inscrições e contribuições INPS.
- Manter diário de inspeções diárias com carimbo temporal.
- Documentar formação em segurança rodoviária.
- Em noventa dias, substituir registos em papel por sistema verificável.
Fontes e referências
- CIMA — Code des Assurances
- Instituto Nacional de Previdência Social
- Governo da República da Guiné-Bissau
Por que isto nos importa
O Mekavo Fleet foi pensado para o operador guineense cujo pior dia abre simultaneamente um auto policial, uma investigação do Ministério Público, e uma reclamação à seguradora sob o Código CIMA. Cada inspeção leva carimbo temporal e cadeia de custódia. Mekavo Fleet para operadores de frota na Guiné-Bissau.